arminianismo
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Arminianismo clássico: a graça de Deus no centro da salvação
O arminianismo clássico não exalta o homem, mas o caráter amoroso e justo de Deus. Conheça como essa tradição protestante, nascida dos ensinos de Jacó Armínio, entende a depravação total, a graça preveniente, a expiação universal e a eleição condicional.
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Coram Deo: viver diante da face de Deus
Uma meditação sobre Coram Deo, “diante da face de Deus”: a vida cristã inteira vivida na presença de Deus, sob sua autoridade e para sua glória. A reflexão passa pela integridade moral e vocacional e pela adoração no cotidiano, como resposta livre à graça que nos precede.
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O que o Arminianismo ensina (e por que provavelmente te explicaram errado)?
Muita gente acredita que o arminianismo ensina a salvação pelas obras ou que o ser humano pode se salvar sozinho. Este texto desfaz o equívoco e apresenta, a partir dos pilares do acrônimo FACTS, como a teologia arminiana afirma que a salvação começa, continua e termina exclusivamente pela graça de Deus.
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O caminho até aqui
Cresci ouvindo teologia aos domingos. Hoje, depois de mais de 20 anos, sei que voltarei sempre ao arminianismo. Porque fé pra mim não é dogma, é vida no dia a dia.
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Arminiano sem saber: o que você talvez já crê
Muitos cristãos sustentam convicções arminianas sem nunca ter usado esse nome. Conheça o que o arminianismo afirma sobre a graça, a cruz, a eleição e a fé, onde os próprios arminianos divergem e o que ele, definitivamente, não é.
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A Remonstrância de 1610: Vozes de Resistência no Coração da Reforma
Em 1610, mais de quarenta ministros reunidos em Gouda expuseram por escrito as convicções dos primeiros arminianos. Conheça o contexto da Remonstrância, a síntese dos seus cinco artigos, a condenação no Sínodo de Dort e o legado que moldou a tradição arminiana.
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Os Cinco Artigos da Remonstrância
Redigidos por volta de 1610 pelos Remonstrantes, seguidores de Armínio, os Cinco Artigos da Remonstrância sintetizam as doutrinas dos primeiros arminianos sobre a eleição, a expiação, a necessidade da graça, a graça resistível e a perseverança. Condenados no Sínodo de Dort, em 1619, tornaram-se um legado legítimo no coração da Reforma.